sexta-feira, 20 de março de 2009

TWO HANDED - IV

Na língua falada é rainha a preguiça, com os "tá" ou outras reduções no palavreado, palavra do senhor Veado, respeitoso tratamento às violetas brasileiras, não fosse larilas sinónimo de lilás. Já a esta hora os puristas da cor reclamam distinção entre o lilás e o violeta, o que returco, dizendo que mais puro do que o preto não há, afinal a ausência de cor. Turco é quem nasce em Istambul, ainda que o bule de chá seja mais costumeiro em terras britânicas, onde é lei a common law."Come on, come on, come on Eileen", bela música dos Laboralistas, num incentivo ao activismo político, não de actor mas de perpetuador do bem comum, fossem lá os políticos capazes ou mestre de obras.

Mas o mestre de obras não gosta de cobras, ali no Jardim Zoológico... Na verdade é um pouco ilógico guardar animais em jaulas ou até putos nas aulas. Concordo mais com os gregos e as suas lições peripatéticas. Um tal de Walt ainda tentou criar as lições peridonáldicas mas verificou que havia uma enorme dificuldade de compreensão por parte dos alunos, aqueles que negam a existência da lua. A Lua, esse sítio onde se dão passos gigantes para a humanidade, mas ainda não descobrimos a cura para a humidade. É que chega-se a uma certa idade e aquilo dá cabo dos ossos, essa conhecida patente da GNR que combate a osteoporose, ou criação de poros na hóstia, corpo de Cristo, Amen. Pela Zoológica, a hóstia devia ter recheio de morango e cobertura de chocolate, ou seja, chocos cobertos de leite. O leite misturava-se com a tinta e depois ia ser a bonita, com a língua sarapintada. Estás pintada, Sara?

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