Ainda há pouco começaram as férias futebolísticas e já variadas notícias animam e mantêm viva a chama dos amantes do desporto rei.
No Porto, o lateral esquerdo Cissokho protagonizou, talvez, a transferência mais surpreendente da história do futebol, ao passar, em apenas 1 ano, da 2.ª divisão francesa para o Vitória de Setubal, do Vitória para o Porto, e daqui para o A.C. Milan, inflaccionando o seu preço cerca de 50 vezes mais.
Last but for sure not the least, temos o grande Benfica e a grande contratação do grande Jesus. Na conferência de imprensa de apresentação demonstrou, logo, qual deve ser o verdadeiro espírito de um treinador do Benfica quando disse: "À semelhança do que aconteceu em todas as equipas por onde passei, os jogadores do Benfica, para o ano, vão jogar o dobro do que jogaram este ano... E o dobro se calhar é pouco." Foi desta forma elevada e seimpática que Jorge Jesus, o Rei da Táctica, passou um atestado de incompetência não só a Quique Flores, mas a todos os treinadores que o antecederam em todos os clubes por que passou.
Antes de mais, Bettencourt foi notícia no Sporting, ao vencer de forma esperada as eleições do clube. Já totalmente inesperadas e de profundo mau gosto foram as suas investidas musicais pelos cânticos da Juve, nos festejos da vitória.
No Porto, o lateral esquerdo Cissokho protagonizou, talvez, a transferência mais surpreendente da história do futebol, ao passar, em apenas 1 ano, da 2.ª divisão francesa para o Vitória de Setubal, do Vitória para o Porto, e daqui para o A.C. Milan, inflaccionando o seu preço cerca de 50 vezes mais. Mais surpreendente foi, no entanto, o cancelamento da mesma transferência, alegadamente devido a problemas dentários do jogador. Diga-se de passagem, também não foi cavalo dado.
Sugiro que, quando o rapaz regressar ao Porto, o Bruno Alves lhe parta a cremalheira num treino(acidentalmente é claro), e lhe seja colocada uma dentição completa, toda em ouro maciço. Pode ser que assim o Milan o aceite. Pelo menos já justificava mais o preço.
Last but for sure not the least, temos o grande Benfica e a grande contratação do grande Jesus. Na conferência de imprensa de apresentação demonstrou, logo, qual deve ser o verdadeiro espírito de um treinador do Benfica quando disse: "À semelhança do que aconteceu em todas as equipas por onde passei, os jogadores do Benfica, para o ano, vão jogar o dobro do que jogaram este ano... E o dobro se calhar é pouco." Foi desta forma elevada e seimpática que Jorge Jesus, o Rei da Táctica, passou um atestado de incompetência não só a Quique Flores, mas a todos os treinadores que o antecederam em todos os clubes por que passou. Com um discurso ambicioso e corrosivo, as suas tácticas infalíveis, uma farta cabeleira grisalha e a forma determinada como masca chiclete no banco de suplentes, Jorge Jesus concilia o estilo de grandes treinadores europeus. É um José Mourinho com a quarta classe, um Guardiola de água-doce, um Trapattoni de algibeira e um Alec Fergunson de trazer por casa.
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